VINTÉM

Cassandra não previu

Palor varonil

Lauréis, mil réis,

Novo mundo, meu Reino

Pela bandeja da cabeça afoita

Fonte da vida que se esgota

Na sede de moribundo beberrão

Tal vampiro qual sua estaca

Estaganado fora!

 

Serpentes e servos num Holocausto

Dionísico

Era a choca que todo pândego

Merece em alfombra

Dez vinténs de uma nova moeda

Descapitalizada e decapitada

Pela foice que foi-se em mãos erradas!

Tudo se transforma ao redor de seus olhos

Turvos e que perderam o espetáculo!

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